“É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.” -Clarice Lispector

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terça-feira, 18 de junho de 2013

Para ler e reler: A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS

 Hey hey cupcakes, como percebemos que muitos dos nossos leitores gostam de ler, vamos começar com o quadro: PARA LER E RELER. E nele será dada dicas de leitura ou autores! Não é demais? 
 Pra começar, vamos com uma suuuper dica! A Menina Que Roubava Livros, aposto que muita gente já leu e se emocionou, e quem não leu, eu suuuper recomendo por que é incrível! 
 A história conta a trajetória de Liesel Meminger e é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.
 É um super livro, muito emocionante e surpreendente! Então é uma dica para ler e reler! 

"Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler."

Curtiram a ideia? Com o tempo vem mais e mais livros! Esperem cupcakes, eu fico por aqui, deixem seus comentários contando se já leram, e o que acharam do livro e da nossa ideia! 
Bjbj ~Jujuba Azul~

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